Poesia sobre o livro lido
Quando malquisto da fortuna e do homem
Comigo a sós lamento o meu estado
E lanço aos céus os ás que me consumem
E olhando para mim maldigo o fardo
Vendo outro ser mais rico de esperança
Invejando seu forte e seus amigos
Invejo a arte e a bonança
Descontente dos sonhos mais antigos
Se desprezado e cheio de amarguras
Penso um momento e logo fico feliz
Como a ave que abre asas para as alturas
Fazendo de mim um eterno aprendiz
Esqueço a lama
Que o meu ser maldiz
O pensamento então lembro
Da sorte que eu sempre quis
Matheus Seixas






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